Nunca me considerei uma pessoa realmente criativa, mas nos últimos tempos tenho descoberto muito do que há de novo e estranho em mim. E, no meio desse emaranhado de sentimentos, pensamentos e reflexões sobre dúvidas diante das quais eu nem sempre tenho uma resposta, desenvolvi uma espécie de vontade de ter idéias e espalhá-las o máximo possível ao meu redor.
Eu gosto muito de executar, também. Mas ultimamente tenho jogado sementes nos mais variados lugares e vejo as pessoas transformando-as em frutos. Nesse momento de contemplação, é lindo dizer que pude conter em mim o embrião daquele que seria o grande projeto da vida de uma pessoa.
Talvez essas idéias, a princípio sem pé nem cabeça, estejam surgindo porque, mesmo trabalhando muito e diante da maior correria, nunca deixo de pensar no que impulsionou o meu passado e me fez ser o que sou hoje. Essas influências, sejam elas na forma de pessoas ou acontecimentos, moldam o meu caminho, trazem muita luz e felicidade para minha vida… Não que eu viva de passado, mas sei que ele foi a base para que todas essas vivências pudessem hoje se alastrar com tanta facilidade!
Hoje, sou uma transformadora de experiências. Optei por atribuir um final feliz a um rol de conflitos, superações, alegrias e aprendizados, pois uma história que nasceu para dar certo não poderia, simplesmente, acabar com uma cena melodramática de novela…
O meu final feliz vai durar a vida toda, pois continuo fazendo alquimia e descobrindo meu lado criativo sempre!
Porque o verdadeiro alquimista transpõe seus sentimentos e visões para transformá-los em autênticas pérolas espalhadas pelo vento.
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Pérolas ao vento publicado originalmente na CASA DO GALO - O animal da publicidade.